CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM EPILEPSIA INFANTIL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

  • Mariana Augusta de Jesus Santos UNIFACIG
  • Stephany Pereira de Jesus UNIFACIG
  • Yara Cler de Souza UNIFACIG
  • Taynara dos Passos Oliveira UNIFACIG
  • Flávia dos Santos Lugão de Souza

DOI:

https://doi.org/10.21576/pensaracadmico.2026v24i2.4680

Resumo

A epilepsia é uma condição neurológica crônica que afeta cerca de 1% da população mundial, caracterizando-se por crises convulsivas recorrentes. Estudos anteriores indicam que a epilepsia pode impactar significativamente a qualidade de vida das crianças, interferindo no desenvolvimento cognitivo, emocional e social. As causas da doença são variadas, podendo incluir fatores genéticos, lesões cerebrais, infecções e distúrbios metabólicos.  Realizar uma pesquisa integrativa sobre a epilepsia infantil e o papel da enfermagem nesse contexto, analisando os principais tipos da doença, suas possíveis complicações e as estratégias adotadas para o cuidado. Trata-se de uma revisão integrativa realizada por meio da análise de 12 artigos científicos selecionados nas bases BVS e SCIELO, utilizando descritores específicos e critérios de inclusão e exclusão estabelecidos previamente. A maioria das crianças com epilepsia apresentou início da condição antes dos 5 anos de idade, com maior incidência em meninos e necessidade frequente de atendimento de urgência. Foram identificados diversos tipos de crises epilépticas, com destaque para as generalizadas, focais, de ausência, micológicas, tônicas e atônicas. As intervenções de enfermagem se mostraram essenciais tanto no reconhecimento precoce quanto no suporte durante e após as crises. Os estudos demonstraram que o diagnóstico precoce, com o uso do EEG e exames de imagem, é fundamental para evitar complicações e melhorar o prognóstico. O enfermeiro desempenha um papel crucial desde a identificação precoce dos sintomas até a educação e o suporte aos cuidadores, garantindo um acompanhamento adequado e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

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Publicado

2026-08-06

Edição

Seção

Ciências da Saúde