ESTUDO E ANÁLISE DE POCKET PARKS NA APROPRIAÇÃO DE PEQUENOS ESPAÇOS URBANOS

Guilherme Brandão Quintão

Resumo


Este estudo busca mostrar que os pocket parks, (parques de bolso ou parques de bairro) que são espaços abertos, de pequena escala e localizados em um área urbana. Levando em conta o contexto da escassez desses lugares , é a melhor solução para trazer espaço livre para as pessoas em meio ao aumento acelerado das cidades que tem por consequência muitas áreas adensadas com pouco espaço livre para o lazer, trazendo assim uma melhora na qualidade de vida do usuários, que antes só tinha o um centro movimentado e sem espaço para parar e sair da agitação. A maioria dos pocket parks são pensado para espaços antes abandonados ou subutilizados que visam utilizar uma modesta adaptação com baixo custo e maior atração de pessoas para o local e intimamente ligados ao bairro. Foram analisados os pocket parks, Paley Park de New York e Pracinha da Oscar Freire de São Paulo, que mostrou que não precisa de muito para poder fazer um bom pocket park, e que até mesmo uma rampa de acesso a um estacionamento pode virar um importante ponto de encontro onde as pessoas possam se socializar, trabalhar e até mesmo fazer a prática de algum exercício.

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