GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE MENTAL: O ENFERMEIRO COMO AGENTE DE MUDANÇAS À LUZ DA INTERSECCIONALIDADE

Autores

  • Macsuelen de Souza Jacob

Resumo

Para entender a efetivação das políticas públicas e a organização da
assistência em saúde mental, é relevante criar discussões acerca da atuação do
profissional de enfermagem, afinal a presença de enfermeiros atuando como
gestores se torna uma prática frequente no Brasil. Este estudo objetiva refletir sobre
o papel do enfermeiro como agente de mudanças na gestão de políticas públicas em
saúde mental à luz da interseccionalidade. O presente estudo consiste em uma
análise teórico-reflexiva, construído por base em uma revisão de literatura de
natureza exploratória com abordagem qualitativa. Após leitura analítica da amostra,
a discussão dos resultados foi construída com base nas seguintes contribuições:
aplicabilidade da Interseccionalidade na elaboração de políticas públicas; A gestão
de políticas públicas em saúde mental e o papel do enfermeiro como agente de
mudanças: reflexões e a intersecção do cuidar em saúde mental. Conclui-se, que o
olhar interseccional disseca as veias de uma estrutura pautada na desigualdade,
exclusão, preconceito etc. Quando o enfermeiro se apropria deste processo no
planejamento estratégico, na gestão e administração pública é possível permitir que
o avanço seja em direção ao cuidado, distanciando-se de retrocessos

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Publicado

2023-04-16

Edição

Seção

Enfermagem